Graphic designer, ilustrator with a pseudo-artistic vein. I try to earn my living as a freelancer while I depict the world as I see it, always with the hope that some charitable and enlightned soul ( who knows, maybe both) likes my work. There are two things I can´t live without since I was a kid, music and waves. I´m still a kid today with none or little will to grow up. Maybe someday that will happen, but until then, I´ll continue to unveil my world of lines, color and fantasy.
Sunday, January 23, 2011
Saturday, January 15, 2011
Thursday, January 13, 2011
Wednesday, January 12, 2011
Até já e boa noite
Ainda por cima tenho trabalho para acabar e não posso levar o meu portátil porque o disco rigido do mesmo morreu.
E não, não dei com ele na tromba de ninguém. (depois desta, parece que amanhã vou ter que ficar de serviço outra vez)
Vou ali dar de comer aos putos e já venho.
Tuesday, January 11, 2011
Berska
Se há uns anos me dissessem que uma certa música da Alicia Keys me ia deixar arrepiado dos pés à cabeça tinha-me desmanchado a rir. Hoje de manhã quando cheguei ao escritório era essa a música que saía das colunas do computador de uma colega. Não tive vontade de rir porque não tem piada nenhuma, mas não consegui deixar de sorrir: há coisas que são inarráveis e inexplicáveis...
Monday, January 10, 2011
Sunday, January 09, 2011
Monday, January 03, 2011
Sunday, January 02, 2011
Saturday, January 01, 2011
Thursday, December 23, 2010
Os Ajudantes do Tio Natal
A última vez que me meti numa aventura semelhante foi há um mês, quando fui comprar um helicóptero da Lego de presente de anos para o Salvas. Nesse dia acabei por comprar também uma Hello Kitty para a Maria; ela tinha feito anos umas semanas antes e apareci no seu lanche de mãos a abanar. Eu não podia deixar de lhe levar também alguma coisa. Caso não o tivesse feito provavelmente a criancinha iria ficar traumatizada e a odiar-me para o resto da vida. Como também não quero ser lembrado como aquele tio que não dava presentes de Natal fui-me enfiar num centro comercial no princípio desta noite.
Felizmente hoje, e ao contrário do mês passado, não me apareceu em casa nenhum amigo para me presentear com charros de erva antes da minha romaria ao shopping. Nessa vez, dei por mim na secção de brinquedos do Continente a olhar para prateleiras infindáveis de princesas e bonecas como um burro olha para um palácio, a ler livros do Lucky Lucke e a escolher Legos para mim em vez de para o puto. O processo hoje foi mais simples, mas entretanto lembrei-me também que seria de bom-tom o padrinho ausente comprar qualquer coisa para a afilhada. O afilhado como já é maior de idade está incluído nos presentes dos adultos (mãe, pai, irmão secreto, avó), ou seja, leva com um print emoldurado de um qualquer trabalho meu. Uma vez que pretendo continuar de boas relações com os meus irmãos pus duas condições a mim mesmo em relação ao que dar aos pequenos diabos: não oferecer nada que faça barulho ou suje. Por isso, nada de instrumentos musicais, pincéis ou tintas. Ainda vi um mini serviço de chá muito giro para colorir, óptimo para dar às meninas mas lembrei-me que se eu já cago tudo quando uso aquele tipo de material não queria imaginar aquelas duas bonecas. Felizmente no fim-de-semana passado vi na televisão a Moranguinho com a Mimi por isso mal me deparei com tal personagem numa das prateleiras soube que era aquilo que ia dar ás meninas. Problema número um resolvido.
Os rapazes são dez vezes mais básicos que as raparigas por isso um qualquer Homem-Aranha que deite água pelos pulsos serve. Por isso é o que vão ter: não faz barulho e em vez de sujar até pode ser que limpe. E sempre dá para os dois selvagens ajavardarem um bocado no respectivo domicílio e pôr as cabeças das mãezinhas, literalmente em água. Tive quase para comprar um para mim mas à última da hora achei que já não tinha idade.
Em relação à criança que escreve este texto a única que quero este Natal é ver as caras dos meus sobrinhos a abrirem os presentes, e lembrar-me do bom que é ser como eles ainda o são. Acho que eles, realmente os merecem, não por ser Natal mas pelo que nos dão a nós, seres ligeiramente menos infantis, em todos os momentos que passamos com eles. Seja pela alegria que nos transmitem, pela sua inocente honestidade ou pela espontaneidade com que demonstram o seu amor por nós. É, eles realmente merecem tudo. Não há nada neste mundo que se compare a ver uma criança atravessar um jardim a correr, de braços abertos na nossa direcção, abraçar-nos e segredar-nos ao ouvido: “ Tinha tantas saudades tuas! ”.
Eu, quem sabe, com alguma sorte talvez encontre uma princesa este Natal.


